Shakhrisabz, a cidade natal de Tamerlão

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O Uzbequistão é um país jovem, um país que se encontra na encruzilhada das civilizações, em busca da sua própria identidade. Um dos grandes símbolos dessa nova identidade, é sem dúvida o grande conquistador Tamerlão. Nasceu no que é hoje o território do Uzbequistão, na cidade de Shakhrisabz. Situada a oitenta quilómetros ao sul da Samarcanda, esta cidade, não tinha nesse tempo, qualquer relação com os uzbeques… O conceito do herói nacional, foi utilizado até as ultimas consequências pelas nações europeias do século XIX, também elas, na procura de uma forte identidade nacional. Foi assim, que Vercingetórix foi nomeado e elevado a herói “francês”, Armínio em herói “alemão”, Boadiceia em heroína britânica e por aí adiante. Estes “heróis” do passado, não têm nada em comum com os atuais moradores desses territórios, mas servem de denominador comum para uma população heteróclita. O Uzbequistão, não foi alheio a este movimento, e deste modo, apropriou-se do personagem Tamerlão, “Amir Timur” em uzbeque. Nasceu em 1336 em Shakhrisabz, e é o mais célebre dos guerreiros turco-mongóis.

Grande estátua de Amir Timur, de frente para Ak Sarai, o Palácio Branco. Apercebemos na fotografia algumas atrações para divertimento dos visitantes e das crianças.

Grande estátua de Amir Timur, de frente para Ak Sarai, o Palácio Branco. Apercebemos na fotografia algumas atrações para divertimento dos visitantes e das crianças.

Hoje, Shakhrisabz, cidade do herói nacional Tarmerlão, é uma cidade que conta com várias etnias, muito representativa do que é a Ásia Central no Uzbequistão: uma união de diferentes povos, muito próximos culturalmente, mas frequentemente separados pelos caprichos políticos da História. Em Shakhrisabz, a maioria dos habitantes da região são Tadjiks, falam uma língua de origem persa, mas também existe uma minoria que falam uzbeque e russo. Esta cidade é um símbolo da união nacional, e daquilo que vimos: um refúgio de paz.

Amir Timur, coroado e armado, em pé, pronto para partir para a guerra.

Amir Timur, coroado e armado, em pé, pronto para partir para a guerra.

Tamerlão, nascido em Shakhrisabz

Tamerlão nasceu numa pequena aldeia chamada Hodja Ilgar, próxima de Shakhrisabz. Taragaï, pai de Tamerlão, era chefe de etnia mongol da cidade de língua turca “Kash”, antigo nome da atual Shakhrisabz. Proveniente do clã dos Barlas, a sua linhagem descendia do próprio Gengis Khan. Instalados na região desde um longo período de tempo, os antigos conquistadores mongóis islamizaram-se e acabaram por assimilar a língua local, de origem turca, que irá desenvolver-se para se fundir com o uzbeque. A cidade, no seio da região Transoxiana estava sob a forte influência persa. O antigo nome, Kash, significa “cidade que agrada ao coração”, enquanto Shakhrisabz, nome de origem persa, significa “cidade das cenouras”, ou “cidade verde”. Esse novo nome, é herança do tempo de Tamerlão, momento em que a cidade gozava de um grande esplendor. Tamerlão mandou plantar inúmeros jardins, ainda visíveis nos nossos dias.

É umas das mais antigas cidades da Ásia Central, provavelmente fundada, à cerca  de 2700 anos. Não conseguimos ter uma noção da antiguidade da cidade, a maioria dos monumentos são do tempo dos Timúridas, isto é, do final da nossa Idade Média. O que é certo, é que no momento do nascimento de Tamerlão, a cidade tinha um papel de relevo: era a segunda do Império, em oposição aos dias de hoje, que é uma pequena cidade, de cerca de 50 000 habitantes.

O gás está em todo o lado nas ruas da cidade. Nota-se aqui pelo lugar onde circula: os tubos amarelos.

O gás está em todo o lado nas ruas da cidade. Nota-se aqui pelo lugar onde circula: os tubos amarelos.

A cidade prosperou sob o Império Aqueménida, dinastia persa que terminou com a captura por parte de Alexandre o Grande do pretendente ao trono da Pérsia: Besso de Neutaca, antiga Shakhrisabz. Parece que Roxana, esposa de Alexandre, era originária desta região. Como podemos constatar, Shakhrisabz tem muitas lendas associadas! Após a morte do seu pai em 1365, Tamerlão torna-se no novo governador. A conquista de Tamerlão é fulminante. Cinco anos após a sua ascensão ao poder, torna Samarcanda na sua capital.

O nome correto de Tamerlão é “Amir Timur”, é assim que é conhecido no Uzbequistão, o que significa “Emir de Ferro”. Tamerlão significa “Timur, o coxo”: o homem coxeava depois de uma lesão ocorrida nas batalhas. Tamerlão é assim conhecido por “Timur” e “Amir Timur”, algo que facilmente nos pode confundir, dado que existem várias formas de escrever o seu nome…

O emir de ferro falece no mês de Fevereiro do ano 1405, após ter conquistado um império que vai desde as fronteiras chinesas até a atual Turquia, marcando assim por um longo período de tempo, a História de toda a Ásia Central. Uma das suas citações mais conhecidas dá-nos uma ideia clara do seu carácter: “na terra, só deve haver um rei”. Amava a sua terra natal, chegou a planear o seu jazigo nesse lugar, mas os caprichos da história queriam que o seu enterro fosse noutro lugar: em Fevereiro do ano 1405, as estradas estavam cobertas de neve, tornando o seu projeto impraticável. Não era possível atravessar a extremidade ocidental da cadeia do Zeravchan, que separa o Shakhrisabz de Samarcanda. Tamerlão é o único dos grandes conquistadores da Ásia (contando, com Alexandre o Grande e Gengis Khan) que possui restos mortais guardados num Mausoléu, conhecido, e acessível nos dias de hoje: o Mausoléu de Sarmacanda.

Monumento de Shakhrisabz

Construída no tempo dos Timúridas, a cidade de Shakhrisabz, possui monumentos extraordinários fundados pela dinastia de Tamerlão e faz parte do património mundial da Humanidade pela UNESCO. Quando visitamos do que sobra deste antigo esplendor, só podemos dar razão à UNESCO, pois aqui se encontram, as ruinas da terra natal de um dos maiores conquistadores da História.

Tivemos direito a um dia inteiro para visitar Shakhrisabz com o nosso guia uzbeque da agência de viagem Karavan Travela, Nassim. É hoje uma pequena cidade, mas que possui grandes monumentos. Merece com toda a certeza, um estudo mais aprofundado e uma maior visibilidade. É verdade, o Uzbequistão e as suas riquezas são muito pouco conhecidas para ocidentais como nós!

Tamerlão não era um líder de guerra sem dó nem piedade. Tinha um gosto particular pelo belo, e fez questão de embelezar as cidades do seu império. Quando subjugava uma cidade, agarrava nos seus melhores artesões que iam doravante trabalhar para ele, sendo responsáveis pela construção dos mais belos palácios, as mais belas mesquitas. Serão estes, monumentos a altura do seu jeito megalómano.

Conseguimos ter um vislumbre da maravilha que terá sido o pátio de Tamerlão graças a um espanhol, muito conhecido dos uzbeques: Ruy González de Clavijo. Este homem era um embaixador enviado por Castela em 1403 junto do emir de Ferro. Tinha por objetivo conversar sobre uma possível união entre Tamerlão e Castela par lutar contra a potência Otomana, então em pleno crescimento. A morte prematura de Tamerlão em 1405, fez da expedição espanhola um grande fracasso, mas, desta empreitada, permaneceu um livro: a “Embajada a Tamorlán” (Ambaixada à Tamerlão), joia da literatura medieva espanhola e de uma profusa riqueza de informações sobre Tamerlão,
à semelhança do que podia ter sido, um século antes, os escritos de Marco Polo.

Mausoléu de Tamerlão em Shakhrisabz: Mausoléu de Dorussiadat

O mausoléu de Dorussiadat, lugar onde se encontra Jehangir, o filho preferido de Tamerlão.

O mausoléu de Dorussiadat, lugar onde se encontra Jehangir, o filho preferido de Tamerlão.

A entrada muito discreta do mausoléu de Tamerlão em Shakhrisabz.

A entrada muito discreta do mausoléu de Tamerlão em Shakhrisabz.

O túmulo vazio de Tamerlão, é de uma enorme simplicidade para um tão grande conquistador.

O túmulo vazio de Tamerlão, é de uma enorme simplicidade para um tão grande conquistador.

O mausoléu de Tamerlão está vazio. O conquistador está sepultado em Samarcanda. Tamerlão faleceu durante a guerra rumo à China em fevereiro de 1405. O Mausoléu de Dorussiadat, ou “sede do poder” é portanto um mausoléu que só contém dois elementos da dinastia timúrida, fundada por Tamerlão. Trata-se do seu filho mais velho e preferido, Jehangir e de Umar Cheikh. Integrado num vasto conjunto chamado Hazrati Imom, também podemos aí encontrar uma câmara subterrânea, originalmente destinada para o sepulcro de Tamerlão. A descoberta deste estranho lugar é relativamente recente. Nos anos 40, uma criança estava a jogar à bola e caiu num buraco. Quando foi resgatada, aperceberem-se, que tinha caído no mausoléu vazio de Tamerlão. Com efeito, existe uma árvore genealógico esculpida numa laje de pedra. Mais tarde, é descoberto que esta laje, era a laje de pedra do túmulo de Tamerlão. Este mausoléu parece demasiado modesto para alguém de tão grande poder, mas temos que ter em mente o que está escrito no seu leito de morte: “uma pedra só e o meu nome”. A sua vontade não foi respeitada, o mausoléu na Samarcanda é magnífico. Na mesquita adjacente, a Mesquita Hazrali Imon, encontra-se, de acordo com a lenda, o túmulo do íman Amir Kulal, figura muito importante para os muçulmanos do Uzbequistão.

Entrada da mesquita, toda ela em tijolo.

Entrada da mesquita, toda ela em tijolo.

Junto destes plátanos, que talvez foram conhecidos de Tamerlão, encontramos inscrições modernas em pedra mármore: “as árvores plantadas por um homem santo estão sob a proteção de Deus”.

Junto destes plátanos, que talvez foram conhecidos de Tamerlão, encontramos inscrições modernas em pedra mármore: “as árvores plantadas por um homem santo estão sob a proteção de Deus”.

Três plátanos aqui existam desde o ano 1370, que teriam assim conhecido o próprio Tamerlão. Originalmente, os plátanos eram cinco, um para cada pilar do Islão. Árvore tão venerável e tão antiga, que terão conhecido Tamerlão, tudo isto, pessoalmente, dá-me algumas vertigens!

Interior do mausoléu de Jehangir e a sua cúpula de tijolo.

Interior do mausoléu de Jehangir e a sua cúpula de tijolo.

Mesquita de Kok Goumbaz e a madrassa Dorut Tilavat

Entrada da mesquita de Kok Goumbaz

Entrada da mesquita de Kok Goumbaz

Mulheres uzbeques descansam à sombra de uma árvore do grande pátio interior de Kok Goumbaz.

Mulheres uzbeques descansam à sombra de uma árvore do grande pátio interior de Kok Goumbaz.

Mausoléus gémeos de Dorut Tilavat.

Mausoléus gémeos de Dorut Tilavat.

“Kok Goumbaz” significa “cúpula azul”, Dorut Tilavat significa “a Morada do Poder e da Potência”. Olhando para as fotografias, percebemos o porquê! É uma grande mesquita da sexta-feira, e foi construída pelo neto de Tamerlão: Ulugh Beg. Os trabalhos recentes de restauro, permitiu à mesquita, voltar ao seu antigo esplendor. Terminada em 1437, foi erguida em honra do pai de Ulugh Beg, Chokrukh. Dorut Tilavat é hoje, um lugar de peregrinação.

Pinturas decorativas dos mausoléus de Dorut Tilavat.

Pinturas decorativas dos mausoléus de Dorut Tilavat.

Decoro interior de umas das cúpulas de Dorut Tilavat. A minuciosidade é impressionante.

Decoro interior de umas das cúpulas de Dorut Tilavat. A minuciosidade é impressionante.

A cúpula azul da mesquita foi restaurada em 1914. Precisa de um constante restauro por causa da humidade, e está atualmente fechada ao público. Dois mausoléus foram construídos, restos do passado do antigo cemitério dos Barlas, tribo da linhagem de Amir Timur. O primeiro mausoléu foi erguido em 1374 por Tamerlão, para o conselheiro do seu pai, o sufi Cheikh Chamseddin Koulyal. O seu pai, Taragaï, partilhará o mesmo mausoléu que o seu fiel conselheiro. O segundo mausoléu Gumbaz Sayidan é um túmulo construído em 1438 por Ulugh Beg para a sua família e descendentes.

A riqueza abundante do maravilhoso decoro.

A riqueza abundante do maravilhoso decoro.

Grande plano sobre as pinturas e os azulejos. Amarelo, azul, e muito branco para ornamentar este lugar sagrado.

Grande plano sobre as pinturas e os azulejos. Amarelo, azul, e muito branco para ornamentar este lugar sagrado.

O túmulo em ônix do Cheikh Chamseddin Koulyal, conselheiro do pai de Tamerlão.

O túmulo em ônix do Cheikh Chamseddin Koulyal, conselheiro do pai de Tamerlão.

Azulejos azuis hexagonais.

Azulejos azuis hexagonais.

Ak Sarai, o palácio branco de Tamerlão

As ruinas de Ak Sarai erguem-se, imponentes, à 38 metros de altura.

As ruinas de Ak Sarai erguem-se, imponentes, à 38 metros de altura.

Este palácio é a jóia, a obra-prima de Shakhrisabz. Este enorme palácio foi chamado de “Branco”, não porque é de cor branca, mas porque o branco é a cor da nobreza. Serão precisos 24 anos para construir o palácio pela mão dos artesãos da Corásmia, novamente reconquistada para o terminar. As suas proporções são tão vastas, que Tamerlão mandou colocar a inscrição seguinte na entrada: “Se duvidas da nossa grandeza, olha para as nossas construções”. Tratava-se do Palácio de Verão de Tamerlão, lugar onde podia receber dignitários e embaixadores como o caso do espanhol, Clavijo.

Placa descritiva do monumento em inglês. Graças a ela, sabemos que a entrada do palácio faz mais de 22,5 metros de largura! Uma placa idêntica também existe em língua uzbeque.

Placa descritiva do monumento em inglês. Graças a ela, sabemos que a entrada do palácio faz mais de 22,5 metros de largura! Uma placa idêntica, também existe em língua uzbeque.

O trabalho em azulejo é verdadeiramente notável, apesar do seu mau estado, continua a impressionar, especialmente quando reflete a luz do sol...

O trabalho em azulejo é verdadeiramente notável, apesar do seu mau estado, continua a impressionar, especialmente quando reflete a luz do sol…

O palácio era constituído por uma sala dos convidados, uma sala para o trono com uma fonte, e uma sala de repouso, coberta de mármore. A água das fontes provinha das montanhas, situadas à 40 quilómetros. Os Shaybanides, muito provavelmente destruíram o palácio aquando da sua subida ao poder, invejosos da grandeza de Tamerlão. Na atualidade, os vestígios elevam-se para além dos 38 metros de altura, mas de acordo com o nosso guia, o palácio tinha na sua origem cerca de 70 metros de altura. E porque não, se olharmos para o que sobra desta glória do passado, parece-nos muito verosímil!

Distingue-se com facilidade os trabalhos dos artesãos, cobriram o palácio com abundantes ornamentos as paredes de tijolo do palácio.

Distingue-se com facilidade os trabalhos dos artesãos, cobriram o palácio com abundantes ornamentos as paredes de tijolo do palácio.

É com clareza que se nota, que o poder político atual concentrou os seus esforços para aqui criar uma identidade nacional, conjuntura que facilmente se percebe para esta jovem república. Uma enorme estátua do conquistador em posição erguida encontra-se de frente para o antigo palácio. Os jardins são muito bem tratados, e os monumentos bem preservados. Quanto a mim, dá-me uma grande alegria ver um país que se preocupa com o seu património e os seus tesouros! Várias citações de Tamerlão podem serem lidas sobre as esplendidas majólicas das paredes do palácio, recordando o seu jeito de governar: A Força está na Justiça e a Justiça está no Estado” onde “o Rei é a sombra na terra de Alá”.

A visita do que resta do grande palácio de Tamerlão, é um dos pontos turísticos mais emocionantes de Shakhrisabz.

A visita do que resta do grande palácio de Tamerlão, é um dos pontos turísticos mais emocionantes de Shakhrisabz.

A visão que teve o embaixador espanhol deste palácio de verão (o palácio de inverno encontra-se em Samarcanda) devia ser simplesmente fabulosa. Imaginemos por momentos, colocando-nos no lugar do embaixador, estar diante de um Palácio de uma incrível altura para a época, e totalmente coberto de azulejos…

Shakhrisabz, a cidade verde

Esta cidade é uma das etapas mais tranquilas de um périplo pelo Uzbequistão. Uma vista desafogada, com construções baixas, o silêncio, pouco tráfego e pouca multidão, torna esta pequena cidade da província, um lugar muito agradável de se visitar e certamente de se morar, por muito pouco dinheiro que tenhamos, um pouco como em todo o lado neste mundo.

A cidade é hoje um centro de excelência para o artesanato, conhecida mundialmente pela qualidade dos seus bordados. Conheceu no passado uma glória sem igual, brutalmente derrubada pela inveja dos novos dirigentes que sucederam os timúridas. Abdullah Khan II, Emir de Bukhara, teria demolido a cidade no século XVI, para garantir o controlo da região. Para terminar este artigo, deixo-vos com uma música do grupo uzbeque Yalla, bem conhecido e muito popular em todas as repúblicas da ex-URSS, sobriamente intitulado “Shakhrisabz”.

Vídeo dos Yalla

Penso que este vídeo é suficientemente emblemático para termos uma ideia do que se tornou o Uzbequistão nos dias de hoje: um país em plena fase de modernização, não esquecendo as suas tradições e património. Bravo!

Fotos de Shakhrisabz

Fotos de Dorut Tilovat e a mesquita de Kok Gumbaz

Esta mesquita era simples, como demonstra este lugar onde podemos procurar abrigo.

Esta mesquita era simples, como demonstra este lugar onde podemos procurar abrigo.

Entrada de Dorut Tilovat. À direita, a grande cúpula azul que dá o seu nome ao Kok Gumbaz.

Entrada de Dorut Tilovat. À direita, a grande cúpula azul que dá o seu nome ao Kok Gumbaz.

Escrituras cúficas – Pormenor de um dos túmulos dos Gumbazi-Sayidam.

Escrituras cúficas – Pormenor de um dos túmulos dos Gumbazi-Sayidam.

Os pombos ficam de guarda ao mausoléu.

Os pombos ficam de guarda ao mausoléu.

Minarete de Dorut Tilovat.

Minarete de Dorut Tilovat.

À esquerda, uma pequena torre, que é na verdade, um poço.

À esquerda, uma pequena torre, que é na verdade, um poço.

A carpintaria e a cerâmica desta porta são notáveis. Os motivos puramente geométricos são de uma grande beleza.

A carpintaria e a cerâmica desta porta são notáveis. Os motivos puramente geométricos são de uma grande beleza.

O poço em primeiro plano, próximo de uma árvore.

O poço em primeiro plano, próximo de uma árvore.

Mausoléu de Dorussiadat

Pilares de madeira da mesquita Hazrati Imom.

Pilares de madeira da mesquita Hazrati Imom.

Mausoléu de Jehangir e a sua mesquita.

Mausoléu de Jehangir e a sua mesquita.

A rua ao lado da mesquita, longe do luxo da grande praça em frente ao Palácio Branco.

A rua ao lado da mesquita, longe do luxo da grande praça em frente ao Palácio Branco.

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